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Resumo Julho 2020 – 4ª Semana

 

• A última semana do mês de julho iniciou-se com foco voltado para três fatores específicos, sendo um deles a sequência das tensões reinstauradas entre China e EUA, cujo último capítulo foi o revide do país asiático, que também fechou o consulado americano em Chengdu;

• A pandemia do coronavírus também continua roubando a atenção dos mercados nacional e internacional, com a superação de 93 mil mortes no Brasil até o encerramento desta nota. O número de casos confirmados subiu para 2.707.877. No exterior, o Estado da Florida nos EUA e países como Austrália, Espanha, Alemanha e Reino Unido temem uma segunda onda da Covid-19 após novos registros de elevação dos casos em suas localidades;

• O mercado doméstico volta suas atenções para a temporada de publicação de balanços e resultados referentes ao segundo trimestre pelas grandes empresas e também de olho na nova reunião do Copom, que definirá a nova taxa de juros Selic nesta quarta-feira (05). A expectativa, conforme anunciado pelo próprio Comitê na divulgação da última Ata, é de um novo e último corte residual da taxa básica neste ano, caindo para a casa de 2% ao ano;

• Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) apontaram o fechamento de 10.984 vagas com carteira assinada no Brasil em junho, sendo pior número para o mês desde 2016;

• O Banco Central anunciou que irá lançar uma nota de R$ 200,00 que entrará em circulação em agosto;

• Entrou no radar do Governo o retorno da CPMF (Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira). O imposto seria destinado para redução ou eliminação da contribuição patronal de empresas ao INSS em determinados casos, para reforçar o programa Renda Brasil e para eliminar a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da maior parte dos produtos.